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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

"Tenho saudades! Podemos visitar os idosos?"

Numa reunião de conselho, enquanto líamos a coluna do Queremos Fazer, o P., diz qual a sua proposta quando decidiu escrever o seu nome nesta coluna: "Tenho saudades! Podemos visitar os idosos?" Um burburinho se instalou.. Relatavam-se visitas anteriores, falavam-se de pessoas que já conhecíamos, questionava-se o  que era ir visitar os idosos ou onde estavam os idosos. Se para uma parte do grupo, estas visitas já são familiares, havia quem ainda não conhecesse estes idosos e a casa de repouso que tínhamos por hábito visitar.

Depois de todas as questões esclarecidas combinamos levar queques para partilhar ao lanche. No entanto, a C. traz-nos a receita de broinhas de batata doce e nozes para fazermos para levar. E assim foi...

No dia combinado, de manhã fizemos as broinhas...








à tarde, seguimos pelo passeio até encontrarmos a campainha da Casa de Repouso e um portão que se abre ao primeiro toque!


Lá dentro, encontramos caras conhecidas, que nos cumprimentam felizes, que reparam como crescemos durante o tempo que não os visitamos, reconhecem caras novas, fazendo-se apresentar...

Chegamos na hora do lanche, a melhor hora para oferecer as nossas broinhas...


Depois deste momento, foi altura de nos sentarmos, conversarmos sobre as novidades, partilharmos histórias e canções...


Que tarde deliciosa a nossa! Que bom que é sentirmos que fizemos a diferença no dia de alguém, tornando-o mais feliz, doce e até barulhento!

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Plásticus Marítimus

Recebemos a Ana e ficamos a conhecer o seu projeto Plásticus Marítimus para nos falar dos plásticos que vão parar às praias! 



A Ana trouxe-nos alguns elementos que recolhe todos os dias da praia... 

Alguns são elementos da natureza que vão lá parar por causa dos ventos como paus, pinhas ou ovos de alguns animais, como por exemplo da raia... Ou  um cavalo marinho já seco!



Depois encontramos lixo como metais  e plásticos... Muitos plásticos! 



Não só os plásticos que as pessoas deixam na praia mas também aqueles que são arrastados pelo vento e ficam nas praias ou aquele que deitamos pela sanita e vai parar à praia como por exemplo, os cotonetes...

Falando nas coisas que deitamos na sanita, fizemos uma experiência para perceber o que acontece se deitarmos o papel higiénico ou as toalhitas na sanita...



Colocamos papel higiénico numa garrafa com água e uma toalhita noutra garrafa com água! Depois de mexermos ambas muito bem, rapidamente verificamos que o papel higiénico "desapareceu" mas a toalhita não...























Vimos também um filme em que mostra a Ana a apanhar o lixo da praia e a criar uma escultura apenas feita de plásticos que lá encontrou: de um esqueleto de baleia!


Percebemos qual o impato que o lixo tem na vida dos animais marinhos pois alguns animais pensam que o lixo é comida e ficam doentes! 



No final, a Ana trouxe uns bonecos e, como veterinários, cuidamos do nosso animal... A causa facilmente foi detetada: os plásticos que os animais comeram estavam a deixá-los doentes.


No final, ainda com alguns plásticos recolhidos na praia, a Ana lançou-nos um desafio: desenhar um animal partindo de um pedaço de plástico à nossa escolha! 




Foi uma manhã muito importante! Percebermos qual o impato das nossas ações junto do meio ambiente e o que podemos fazer para alterar comportamentos! 

Na nossa sala podem encontrar a exposição das nossas produções!


Se quiserem ficar a conhecer melhor o projeto dos Plásticus Marítimus passem pela página de facebook aqui!


Obrigada Ana pela manhã maravilhosa! 

domingo, 21 de janeiro de 2018

Da sala para a comunidade

Lembram-se de contarmos aqui que fomos à Casa de Repouso pelo Natal apresentar o nosso bailado?!

Ficamos felizes e orgulhosos e adoramos conhecer os idosos daquela casa.. Saímos de lá com vontade de voltar e, à saida, entre despedidas alguém perguntou se podíamos voltar e levar um bolo para lhes oferecer... A Carla, que nos recebe sempre tão bem na casa de repouso, disse que podiamos voltar sempre que quisessemos mas que o bolo não podia ter muito açúcar para não fazer mal aos idosos...

Saímos de lá com esta recomendação e, à chagada à escola, escrevemos no diário... 

Num momento de planeamento em conjunto, ao lermos o diário, combinamos ir à casa de repouso apresentar o nosso projeto sobre o glúten e levar-lhes bolinhos saudáveis!

Assim, começamos a pesquisar receitas com a ajuda da Joana e escolhemos duas diferentes: queques de frutas e queques de alfarroba, ambos sem glúten e sem açúcar...   

Combinamos tudo com a Carla, da Casa de Repouso, e no dia combinado começamos os preparativos! 

Organizamos  dois pequenos grupos para fazer estas receitas e, na nossa sala, começou a sentir-se um cheirinho a fruta e a bolos acabados de fazer...




À tarde, com os bolos e o projeto preparados, descemos a avenida e tocamos à campainha da casa de repouso...



Mais uma vez fomos recebidos com sorrisos alegres de nos verem, olhares admirados e felizes, olá's de quem já nos conhecia...

Explicamos o porquê da nossa visita e apresentamos o nosso projeto...



Depois foi tempo de partilharmos os nossos bolinhos no meio de conversas, histórias.. 




É maravilhoso entrar naquela casa e perceber que já nos reconhecem e que nós já sabemos o nome de alguns... É maravilhoso percebermos que podemos tornar o dia de alguém mais feliz e com mais vida... É maravilhoso ouvirmos as histórias que têm para nos contarem... É maravilhoso ir a sair da casa de repouso e conhecer a filha de um senhor que lá está a dizer que o pai fica sempre muito feliz cada vez que os visitamos! 

É maravilhoso perceber como podemos transformar o dia de alguém... Como podemos fazer a diferença!