quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Fomos pôr a carta ao marco do correio!

Esta semana iniciamos mais uma vez a correspondência com a sala da Rita, a sala com quem já tínhamos feito correspondência no ano anterior... A Rita é uma amiga da Mónica e educadora numa sala de jardim-de-infância e foi assim que surgiu a proposta de recomeçarmos a correspondência...





E porquê fazer correspondência? Porque a correspondência permite:

  • que as crianças se apercebam e se apropriem de uma das funções sociais da escrita: a comunicação à distância;
  • que compreendam de forma funcional e contextualizada as complexas exigências da escrita;
  • que desenvolvam a linguagem escrita;
  • que compreendam a funcionalidade da escrita;
  • que cada grupo tenha acesso a um meio diferente;
  • conhecer outras formas de trabalhar/organizar o trabalho;
  • criar situações desencadeadoras de aprendizagens significativas contextualizadas;
  • desenvolver a socialização;
  • difundir os produtos culturais produzidos pelos grupos envolvidos. 
Manuela Guedes e Íris Neves, MEM - Sábado Pedagógico de Lisboa, 2017




Experiência: Dissolve ou não dissolve na água?

Na nossa tarde dedicada às ciências, em grupo, escolhemos uma experiência para fazer: dissolve ou não dissolve na água? 

Começamos por misturar na água os ingredientes indicados e mexer com uma colher, observamos o que aconteceu e registamos....


Misturamos sal, arroz, vinagre e azeite e através da experimentação descobrimos os conceitos de dissolve e não dissolve.. 







quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O Festival Big Bang no CCB

Na sexta-feira foi dia de seguirmos até ao CCB para o Festival Big Bang...


Antes do espetáculo começar exploramos uma instalações de garrafas de água e canas de bambu e descobrimos os sons graves e agudos...



Já na sala de espetáculos deixamo-nos encantar pelos instrumentos musicais criativos construídos pelo musico francês...



Foi um espetáculo fabuloso repleto de musica e criatividade! 

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

"Porque é que só há 1 menino no meu ballet?"

Na reunião de conselho, momento em que lemos o Diário e resolvemos as ocorrências negativas ao longo da semana, valoriazamos as positivas, relembramos o que fizemos e planeamos o trabalho da semana seguinte, a A. disse que queria fazer um projeto: "Quero descobrir porque é que só há 1 menino no meu ballet!"

Rapidamente um pequeno grupo de organizou e disse que queria ajudar a A. 

Começamos por ver um filme que a A. partilhou connosco que nos conta a história de um menino que queria ser bailarino e o pai queria que ele fosse lutador de boxe!



Conversamos sobre o filme e quisemos descobrir se na nossa escola havia meninos no ballet. Organizamos um questionário e fomos às várias salas...




Depois de fazermos todos os inquéritos, já na sala, tratamos das informações obtidas... 


Descobrimos que há 13 meninas no ballet na nossa escola mas não há meninos...

Fomos perguntar-lhes porquê! 

Convidamos ainda um bailarino amigo da nossa professora de dança para vir conversar connosco e contar-nos a sua história...


O Francisco é bailarino e professor de dança na Escola de Dança de Torres Vedras! 

Adoramos conhecer o Francisco, ouvir a sua história, participar numa aula de dança...



No final ainda fizemos a entrevista que tínhamos preparado para o Francisco...


Adoramos receber a visita do Francisco que tão importante foi para o decorrer do nosso projeto..

Entretanto continuamos a ver bailados e a descobrir mais coisas sobre o ballet... 


Depois contamos as novidades! 


terça-feira, 17 de outubro de 2017

Vamos entrar no mundo de Van Gogh!

Na nossa sala já conhecíamos o Van Gogh depois de termos feito um projeto e organizado uma exposição com as nossas descobertas, lembram-se? Ora vejam aqui... 
Desta vez, fomos nós visitar uma exposição de Van Gogh, Van Gogh Alive Experience!


Projetodos nas paredes ou no chão entramos no mundo Van Gogh e deixamos envolver pelas suas pinturas e pelas suas vivências....




Já na escola, esta experiência tem vindo a refletir-se nas nossas escolhas e têm surgido pinturas inspiradas nas suas obras...





quinta-feira, 5 de outubro de 2017

M de Marmelos, Marmelada e Matemática

O  M. trouxe da casa dos avós marmelos para partilhar connosco... Com os marmelos combinamos fazer marmelada! A tradicional marmelada da sala da Mónica..Ora vejam  aqui... Já é habitual por esta altura da sala da Mónica sair uma doce marmelada...



Assim, depois de lermos a receita, descascamos os marmelos à medida que íamos provando...



Já na bimby juntamos o açúcar e o limão, depois de triturar, deixamos cozer...



À tarde, na nossa agenda semanal era dia de desenvolver conceitos matemáticos e partindo dos marmelos, formulamos um problema matemático.

"O M. trouxe 4 marmelos. Usamos 3 para fazer marmelada. Com quantos marmelos ficamos?" 

Em conjunto, desenvolvemos o raciocínio lógico-matemático e traduzimos em linguagem matemática o problema, descobrindo também novos símbolos. Desta forma, de modo integrado em situações de sala que nos fazem sentido vamos desenvolvendo conceitos matemáticos. 




Quando os pais chegaram foram recebidos com um sorriso e um copinho de marmelada...


Obrigada ao M. pelos marmelos! 

sábado, 30 de setembro de 2017

A cortiça flutua ou afunda?

O M. levou para a nossa sala cortiça e explicou-nos que a cortiça vem de uma árvore, o sobreiro, e que com a cortiça fazem-se rolhas para as garrafas. 




Observamos a cortiça e quando fomos à Adega Mãe também descobrimos um sobreiro...


O Manuel explicou-nos ainda que fez uma experiência com a avó e que a cortiça fica em cima de água...

Fomos então fazer uma experiência para perceber se a cortiça flutua ou afunda... 

Enchemos uma caixa transparente com água e com os dois pedaços de cortiça fizemos dois barcos.



Colocamos a cortiça na água e percebemos que não afunda, flutua. 


E se colocarmos bonecos em cima do barco, sugeriram alguns...

Fomos buscar dois bonecos que temos nos jogos de chão e colocamos no barco...



"Não afunda, o barco está sempre a flutuar!"

Depois de percebermos que a cortiça flutua, mesmo que tenha alguma coisa em cima, fomos fazer o registo da experiência e convidamos a sala da Xana para vir à nossa sala. 


Explicamos como surgiu esta experiência e fizemos todos os procedimentos para a sala da Xana...



Da comunicação surgiu a sugestão e experimentarmos com objetos da nossa sala para descobrirmos quais o que flutuam e quais os que afundam... É num circuito de comunicação que partilhamos descobertas, validamos socialmente os saberes e somos desafiados a ir mais além!

Em breve partilhamos as novidades..